domingo, 10 de fevereiro de 2008

Aniversário!

Um dia especial!!

Essa valeu o dia!

E a primeira fatia, para quem foi?!

Esse pulmão ainda tem muito ar!!

Com sua família, os pais (Francisco e Almira) e a irmã Nayara.

Seus amigos de sempre: Fernando Prado a enfermeira e a nutricionista.

O promoto Waldir Macieira, presente e dando presente!

Um olhar presente da esperança!

Saber que tem amigos(as) é, sem dúvida, o melhor presente de Jhonny Yguison!!

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O Flanelinha na TV

Hoje, 09/02, assista O FLANELINHA:
Programa "ETC & TAL", com Úrsula Vidal: 12:30, canal 5 - SBT
Em Castanhal e municípios vizinhos, com Araceli Lemos: 12:30 - RTP

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

08 de fevereiro

19 ANOS DE VIDA!

Divulgando

Hoje, 07/01, o advogado de Jhonny, Walmir Brelaz, foi entrevistado no programa da RTP Castanhal (SBT), pela apresentadora Araceli Lemos. Nessa oportunidade, Brelaz falou sobre direitos humanos e, principalmente, sobre nosso livro.

Trata-se de um programa de reconhecida qualidade, liderada por Araceli, que tem demonstrado a mesma competência e profissionalismo dispensados nas atividades que atuou e atua.

O programa vai ao ar no próximo sábado, às 12:30, em Castanha e municípios vizinhos.




quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

19 anos: depoimentos

Jhonny Yguison está longe de ser mera mostra estática dos efeitos sociais da acumulação capitalista no Brasil, vítima das desigualdades e injustiças que se reproduzem incessantemente em nossa sociedade, a ilustração acabada de um problema histórico insolúvel sem a prévia transformação estrutural da sociedade brasileira. Muito ao contrário, ele é uma prova eloqüente de que a dignidade humana não tem preço e de que auto-superação é possível quando o caminho escolhido é a esperança ativa, a esperança de quem não espera acontecer, mas faz de seu próprio drama um estímulo para a luta transformadora.
Araceli Lemos
Historiadora e Ex-deputada estadual

19 anos


No dia 08 de fevereiro, Jhonny completará 19 anos! O que ele merece ganhar?!

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Divulgando

Ontem (31.01), após gravar o programa "Etc & Tal" no SBT (a ser transmitido no dia 09.02), Jhonny participou de uma apresentação de seu livro no Espaço Cultural da SUDAM.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Apresentação

VIOLÊNCIA
Flanelinha
O advogado Walmir Brelaz lança hoje, na Sudam, o livro 'O flanelinha: Sinal vermelho para Jhonny Yguison', que conta a trágica história do flanelinha baleado em 2001 por um policial militar. Toda a renda será utilizada no tratamento do menino, que ficou paraplégico ao ser alvejado.
O Liberal, R70, 30.01.08

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Apresentação

No dia 31 (quinta), às 17h, faremos uma apresentação do livro, com a presença de Jhonny, no auditorio da SUDAM.
Passe lá!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Encontro


Jhonny Yguison e Rubenita Justiniano, duas pessoas diferentes, mas com histórias semelhantes: são vítimas da violência policial. Jhonny foi atingido por uma bala no dia 20 de novembro de 2001; Rubenita também foi ferida em 17 de abril de 1997, no massacre de Eldorado do Carajás. Os dois mostram suas história e suas dores.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Etc. & Tal

Jhonny Yguison no programa "Etc. e Tal", com Úrsula Vidal. Aguardem!.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

XVIII CONGRESSO SINTEPP


No dia 10 de dezembro de 2007, no Congresso do SINTEPP, fizemos uma apresentação de nosso livro. Abaixo, algumas fotos desse emocionante momento.

XVIII CONGRESSO SINTEPP


Walmir Brelaz, fazendo algumas dedicatórias.

XVIII CONGRESSO SINTEPP


Jhonny Yguison falando aos presentes. Na mesa, Eloy Borges, Coordenador Geral do Sintepp, a ex-deputada Araceli Lemos (PSOL) e o promotor de Justiça Waldir Macieira.

XVIII CONGRESSO SINTEPP

O autor do livro, Walmir Brelaz, falando sobre seu trabalho.

XVIII CONGRESSO SINTEPP

O promotor Waldir Macieira, um dos apresentadores do livro, falando sobre seu (reconhecido) trabalho no Ministério Público.

XVIII CONGRESSO SINTEPP

A ex-deputada Araceli Lemos, que sempre esteve ao lado de Jhonny, contou um pouco dessa triste história.

XVIII CONGRESSO SINTEPP

Eloy Borges, fala do apoio que o Sintepp sempre deu a Jhonny Yguison.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Trabalho infantil


Jhonny Yguison era apenas um entre milhares de crianças e adolescentes trabalhadores de rua. Estudos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (DIEESE-PA), de junho de 2007, baseados também em indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), sobre o período 2005/2006, revelam que aproximadamente duzentas mil crianças e adolescentes, de 5 a 15 anos, trabalham no Pará e destas, cerca de 60%, sem nenhum tipo de remuneração.
No Brasil há mais de cinco milhões de crianças e adolescentes de 05 a 17 anos ocupados. Na região Norte do país encontram-se quase 570 mil pequenos trabalhadores. Desse total, o maior contingente (55,31%) situa-se no Estado do Pará, com cerca de 314.565 crianças e adolescentes ocupados. E a área metropolitana de Belém concentra 35.204 de toda a mão de obra infantil e adolescentes ocupados do Pará.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Jornal Cultura

Dia 14/01, 18h 30m, no JORNAL CULTURA - canal 2: O FLENELINHA

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

No SEM CENSURA


Amanhã (10/01), às 13h 30m, vamos participar do programa "SEM CENSURA PARÁ", da TV Cultura - Canal 2
Falaremos sobre o livro "O FLANELINHA: sinal vermelho para JHONNY YGUISON".

domingo, 6 de janeiro de 2008

Um apelo da ANISTIA INTERNACIONAL


Por no mínimo três vezes a ANISTIA INTERNACIONAL denunciou no âmbito nacional e internacional o sofrimento de Jhonny Yguison, além de exigir providências do governo paraense.
Em agosto de 2002, a Anistia deflagrou uma campanha de “Apelo Urgente” para que o governador Almir Gabriel garantisse total proteção à vida da testemunha Maria Tereza da Silva, que estava sendo ameaçada de morte. Imediatamente, cartas de protestos de pessoas de vários países, como Austrália, França, Estados Unidos, Espanha, Inglaterra e do próprio Brasil, começaram a ser enviadas ao governador do Pará, ao secretário de Segurança Pública e ao secretário nacional de Direitos Humanos, com cópias para a presidente do Tribunal de Justiça do Pará e ao advogado de Jhonny. Também de forma instantânea as ameaças cessaram.
No mesmo ano, às vésperas das eleições à presidência da República, a Anistia Internacional elaborou uma cartilha intitulada “Vote pelos Direitos Humanos”, que foi entregue aos candidatos presidenciáveis. Nesta cartilha deu-se destaque ao caso de Jhonny, inclusive estampando na capa a sua foto.
Em outubro de 2002, a secretária-geral da Anistia, Irene Khan, escreveu um artigo no jornal O Globo (Rio de Janeiro), intitulado “Segurança e direitos humanos”, denunciando, também, a situação de Jhonny, afirmando que “sem razão justificada, foi baleado por policial, a mesma pessoa que deveria proteger os direitos dos cidadãos e garantir sua segurança”.
Em agosto de 2005, a Anistia encaminhou uma carta ao governador Simão Robson Jatene, dizendo ter recebido informação relatando que o tratamento médico não estava sendo feito de maneira adequada, e por isto Jhonny Yguison seguia sofrendo problemas médicos, tanto físicos como psicológicos. Também registra que recebeu informação de que, em decorrência de seus problemas, Jhonny estava impossibilitado de estudar durante todo o ano letivo de 2004. E assim, a Anistia solicitou ao governador informações sobre as medidas que o governo do Pará iria tomar para assegurar que o tratamento médico e a educação de Jhonny Yguison pudessem continuar. E também pediu para que fosse viabilizada a perícia médica no policial militar acusado de ter disparado sua arma contra Johnny, para que o processo criminal possa seguir seu curso normal. E conclui: – “Como este é um caso emblemático, de repercussão internacional, a Anistia Internacional vai estar monitorando o processo do caso no sistema judicial brasileiro”.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

O tiro

"E ele bateu o tambor, eu tava de frente mesmo, quando eu virei pra tentar escapar, ele deu ... Eu ouvi o barulho, gritei, senti o cheiro da pólvora e parecia que as minhas pernas voaram. Acho que nesse momento "ela" atingiu a medula".

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

FELIZ 2008!!

Se depender de mim, eu continuarei vivendo ...

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Família e infância

Grávida de sete meses e ainda trabalhando na feira do Ver-o-Peso, Almira da Silva chamou a atenção de um casal de franceses que passeava nesse conhecido ponto turístico de Belém. A mulher sugeriu para que o futuro filho de Almira fosse chamado de Jhonny Yguison.
- Eles falaram que era um filho deles que gostavam muito e que morreu num acidente.
E assim, no dia 08 fevereiro de 1989, no hospital São Marcos, na cidade de Belém, Estado do Pará, nasceu Jhonny Yguison Miranda da Silva. Antes dele, seus pais já tinham, cada um, dois filhos de outros relacionamentos conjugais. Juntos tiveram mais uma filha em 1994, chamada Nayara Nazaré Miranda da Silva.
O pai, Francisco Assis da Silva é carioca, morando nesta cidade, trabalhando de forma temporária em várias atividades.
Almira da Silva, a mãe, nasceu no município paraense de São Sebastião da Boa Vista, chegou nesta capital em 1980 e logo começou a trabalhar como feirante na feira do Ver-o-Peso. Foi neste espaço livre que Almira conheceu Francisco e com quem começou a se relacionar em 1988, porém, só passaram a morar juntos a partir de junho de 2001.
- Lembramos dessa data porque foi nesse ano que caíram aquelas Torres lá em Nova York.
Da primeira fase de sua infância, Jhonny faz questão de lembrar: - Naquele tempo era só alegria. Eu tomava banho de igarapé, corria, jogava bola. Eu gostava de andar e onde tivesse aventura eu ía.
- Eu tinha um amigão mesmo, o nome dele era Wanderson, mas eu chamava para ele de “Tereco”. Nós brincávamos muito, mas também brigávamos por qualquer motivo.
O sentimento é mútuo. Tereco, agora com 17 anos, não esquece desse momento.
- Eu lembro que a gente brincava sempre na rua, próxima de nossas casas. A gente era pobre e não tinha dinheiro nem pra comprar pipa, por isso a gente empinava uma sacola de plástico. Mas eu me saparei de Jhonny quando ele tinha oito anos, nunca mais ouvi falar dele, só quando soube do tiro que ele levou, pela televisão.
Nesta fase, Jhonny alternava momentos de maturidade com os de travessuras típicas de uma criança. Na relação que mantinha com a irmã, cinco anos mais nova, essa dubiedade de comportamento se destacava. Na ausência da mãe, inclusive durante a noite, cuidava de Nayara, mas a abandonava a própria sorte para jogar bilhar – sua principal diversão - em bares da vizinhança.
A partir dos 11 anos, significativas transformações aconteceram em sua vida. Foi somente com essa idade que começou a estudar.
- Eu não tinha certidão de nascimento e por isso as escolas não aceitavam me matricular e eu sintia vergonha.
Esse momento também foi o marco inicial em que Jhonny começou a ter o prematuro contato com o trabalho, passando a integrar uma indesejável estatística entranhada em nossa sociedade: o alto índice de trabalho infantil.
Resumo

sábado, 22 de dezembro de 2007

Livro - onde encontrar


LOCADORA 100% VÍDEO, localizada no bairro Umarizal, na Rua Antônio Barreto, 127, ao lado da pizzaria hut, próximo da Doca.



LIVRARIA JINKINGS
R. dos Tamoios, 1592

Valor das vendas revertido a Jhonny Yguison.

Recall

Em alguns livros, das primeiras 50 unidades, foram observadas páginas trocadas ou falta de páginas. Se isso aconteceu com o seu, pedimos desculpas e faremos a troca.
Entre em contato: walmirjhonny@gmail.com

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

APRESENTAÇÕES

Nos dias 06 e 10 de dezembro, fizemos duas apresentações de nosso livro. No dia 6 foi na Assembléia Legislativa (sala da Escola do Legislativo) e no dia 10 ocorreu no Hangar, na ocasião do Congresso Estadual do Sintepp. Foram dois momentos emocionantes, que contaram com a presença de Jhonny e convidados, como a ex-deputada Araceli Lemos e o promotor de justiça Waldir Macieira. E durante esses dias vendemos aproximadamente 200 livros.
Sabemos que as aquisições dos livros se devem mais pela solidariedade das pessoas do que pelo aspecto formal e literário do livro. E isso é importante, na medida em que o valor das vendas é revertido para o Jhonny.

Por isso nosso MUITO OBRIGADO!!

domingo, 9 de dezembro de 2007

Normas

Legislação sobre criança e adolescente no ESTADO DO PARÁ

• Lei nº 5.789, de 22 de dezembro de 1993. Cria a Fundação da Criança e do Adolescente do Pará - FUNCAP.
• Lei n° 5.819, de 11 de fevereiro de 1994. Dispõe sobre a Política Estadual de Atendimento dos Direitos da Criança e do Adolescente no Estado do Pará.
• Lei n° 6.025 de 20 de fevereiro de 1997. Dispõe sobre a criação de creches em penitenciárias femininas.
• Lei n° 6.218, de 13 de maio de 1999. Dispõe sobre a obrigatoriedade da afixação de fotos com identificação de crianças desaparecidas nos ônibus das linhas intermunicipais, cuja concessão e/ou permissão seja facultada pelo Estado.
• Lei n° 6.322, de 25 de outubro de 2000. Dispõe sobre a obrigatoriedade de Estabelecimentos, a fixarem em sua porta de entrada anúncios de advertência quanto à exploração sexual de crianças e adolescentes.
• Lei nº 6.355, de 16 de abril de 2001. Dispõe sobre a publicação nos classificados dos jornais e revistas do Estado do Pará de advertência quanto à exploração sexual de crianças e adolescentes.
• Lei nº 6.628, de 22 de março de 2004. Institui o dia 18 de maio como o Dia Estadual de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
• Lei nº 6.709, de 14 de janeiro de 2005. Dispõe sobre a criação de uma Vara Criminal Privativa de Crimes contra Crianças e Adolescentes.
• Lei nº 6.937, de 27 de dezembro de 2006. Dispõe sobre medidas educativas de proteção à criança e ao adolescente, contra a violência, o uso de drogas e doenças sexualmente transmissíveis.
• Lei nº 6.943, de 16 de fevereiro de 2007. Institui o selo "Empresa Protetora da Criança e do Adolescente" em reconhecimento as iniciativas empresariais no enfrentamento e combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes no Estado do Pará.
• Lei nº 6.974, de 28 de maio de 2007. Dispõe sobre a obrigatoriedade de notificação compulsória, no caso de violência contra criança e adolescente, que for atendida nos serviços de saúde públicos e privados, do Estado do Pará.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Na escola


Jovem baleado por PM lança livro sobre o caso na escola onde estuda
Drama vivido por Jhonny Iguisson não terminou: falta o júri do acusado

Hoje é um dia muito especial na vida do estudante Jhonny Iguisson Miranda da Silva. Seus colegas de turma e toda comunidade educacional da Escola Estadual Rômulo Maiorana, localizada na Cidade Nova VIII, Travessa WE 43, vão participar do lançamento do livro “O Flanelinha, sinal vermelho para Jhonny Iguisson”, que conta a sua história. Em meio à tragédia que o deixou paraplégico, dependendo de uma cadeira de rodas para se locomover e de inúmeros tratamentos de saúde, agora com 18 anos, Jhonny ainda tem forças para dar uma lição de vida. “Se depender de mim, eu continuarei vivendo”, afirma.
Jhonny Iguisson foi vítima da violência do policial Darlan Carlos da Silva Barros. Em dezembro de 2001, o adolescente de 12 anos era mais um dos milhares de meninos que trabalham durante a infância, abrindo mão das brincadeiras e da educação para ajudar a sustentar a família.
O garoto exercia a atividade de flanelinha na esquina das avenidas Pedro Álvares Cabral e Tavares Bastos, quando tentou limpar o pára-brisa do carro do militar. Primeiro, foi agredido verbalmente e depois foi atingido por um disparo efetuado pelo militar, cuja bala entrou pelo braço esquerdo, perfurou o baço, o rim, o pulmão e fígado do garoto, deixando-o paraplégico para o resto da vida.
Apesar das testemunhas no local, o militar nunca foi julgado e no primeiro semestre deste ano o juiz Ronaldo Vale descaracterizou o crime, definindo o ato do agente público contra um adolescente como lesões corporais graves sem intenção de matar. A medida do juiz revoltou Jhonny e sua família, mas ele não desiste de lutar por justiça.
Darlan Barros foi expulso da Polícia Militar em 2003, mas continua livre e sem ser julgado pelo crime que cometeu contra um menino indefeso.
Apesar de ter vencido a batalha judicial contra o Estado, que garantiu uma pensão de R$ 900 e tratamento médico permanente, Jhonny Iguisson continua sofrendo com o descaso do poder público, inclusive, pagando diariamente um táxi para se locomover para escola onde estuda. Ele mora no bairro do 40 Horas e estuda na Cidade Nova.
“O Flanelinha, sinal vermelho para Jhonny Iguisson” é de autoria do advogado Walmir Brelaz, que defende a causa do garoto. A história é contada a partir de entrevistas com a família e com a vítima e de pesquisas no inquérito policial e no processo que tramita na justiça. O lançamento do livro nestá marcado para as 9 horas.
Jornal O LIBERAL, 07.12.2007